segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Saramago, je t'aime!

Ai Saramago, ai! As mulheres ficam doidas quando se fala no teu nome, o dia fica mais amarelo quando se olha para as capas dos teus livros e nunca a tentação da forca foi tão forte como quando lemos os teus textos! Três hurras ao rei que é mago! Hurra! Hurra! Hurra! Três hurras àquele que é tão infinitamente grande que me faz abandonar a garrafa de bom tinto que fala por mim para ir a correr pegar num teu livro, deitar-me no chão e ficar pasmado a olhar para os magníficos caracteres com que nos brindas, a nós mortais! Mas não o faço! Resisto à tentação e fico aqui a escrever, peço perdão, não sou digno de me classificar enquanto utilizador da escrita, mas fica sabendo oh Saramago, rei dos reis, que fico aqui a adorar-te com emoção no coração e tinto na mão! Mas sabes, oh Enorme, os teus livros são de uma grandeza tal que oh!, nem me atrevo a lê-los com medo de ficar a conhecer a magnífica história e assim perder o encanto dos desígnios da tua imaginação de papel!

Saramago, tu és grande! Faz-me um filho! Ai que me peidei e fez bolhas no aquário, ai!

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