Estou entre um estudo de flash para o teste de amanhã, que não tem vitória em linha de vista, e um tacho de esparguete da knorr que ouço borbulhar furiosamente bem lá ao fundo, na cozinha. Como tal, não estava para responder mas como estou a ouvir pela primeira vez em vinte e quatro anos um disco da Björk (o debut, já agora) e a ficar estranhamente calmo e relaxado (e mais não digo) com aquela voz de mulher dos sonhos de muita gente que não eu, o que até é curioso pois decidi-me a ouvir este vibrante exemplar do sexo feminino porque ela me apareceu nos sonhos esta noite. Pois foi. Com estas vibrações todas, lá arranjei um tempo para te responder, ò Al, e sabes o que te digo? Vou imprimir o teu texto, juntar-lhe o teu nome e morada e entregar ao Sérgio da pastelaria. E ele nem é assim tão bom empregado quanto isso. Já o vi a atirar majestosamente macacos do nariz para dentro das chávenas de café.
E agora, se me dás licença, vou voltar ao esparguete que cheira por mim.

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