Claro que todos sabem a resposta a esta pergunta: azeite estragado. Pois bem. Então o que se passa aqui? De todas as bandas do mundo que pedem para ser cascadas, e vou falar dos Pink Floyd. Tão previsível. A verdade é que a história diz-nos que a utilização da palavra azeite enquanto adjectivo não fazia sentido antes dos Pink Floyd. Mas afinal o que é isto de algo azeiteiro? Azeiteiro é aquilo que não é simplesmente mau, é algo que nos surpreende e, sem medo, vai mais além na longa e peganhosa escala da podridão. Quando chegamos ao ponto máximo, neste caso, o ponto mais baixo a que se pode descer, atingimos o azeite. É uma espécie de satori invertido. Em vez da iluminação e total compreensão sobre todas as coisas, temos um bocado de merda. E é isso que os Pink Floyd são. Um bocado de merda que depois de se tocar, dá uma trabalheira dos diabos para sair das mãos. Mas para não ser acusado de falar à toa, vou meter my money where my mouth is, e como tal deixo aqui um argumento, escolhido ao acaso no mar de argumentos, para que se possa reflectir um bocadinho.
Ei-lo:
(aconselho a não ouvir, pelas razões acima mencionadas)
Um dia falarei de como o Piper At The Gates of Dawn passou a ser um dos meus discos favoritos.
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